8.9.09

Escrever

É tinta de caneta, é ideia caída, é jeito de doer.

É orgulho vencido, e dói no coração.

É folha de papel, é o minuto mais puro.

É por tudo, é para nada.

É um nó, é para fora.

É desabafo mudo, é ao que a palavra não chega.

É um dia inglório, é noite sem sossego.

Onde ter alma não basta, onde o silêncio é mundo e todas as vozes ecoam dentro de mim.