26.2.09

Eu

Um olhar imutável sobre o mundo que persiste.
Um querer volver da alma apertada.
Procuro-me num horizonte de surpresa, de mar, de brandura.
Deambulo entre o quotidiano dos que não sonham como eu procurando o comum que entre nós não vive.
Encontro-me na música irredutível que me balança o espírito.
As minhas perguntas sem resposta, o pesar do que me faz falta.
O que me faz falta?
... uma música nova
... que anseio em encontrar nas mãos que não são minhas e num sorriso que me beije uma história que nunca foi contada.
É uma inquietação mansa.
Mas a música, a música não pára de tocar...

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