Um desejo imortal de ser, de criar, de sentir.
É na constante incerteza do que sou e ao que pertenço que escrevo novamente numa inquietação frenética de alma.
Consumo-me no que não sinto.
É na constante incerteza do que sou e ao que pertenço que escrevo novamente numa inquietação frenética de alma.
Consumo-me no que não sinto.
Encontro-me na ilusão de sensações que eu própria crio de mim, e para mim.
Existo na solidão de um entendimento que é só meu, não por carência perceptiva dos demais mas talvez pela própria dúvida individual do que sou e ao que me projecto.
Revejo-me numa música, no cheiro de uma paisagem, num livro, num chão, na saudade do que já não é, do que já não sou.
Quero rasgar cada sonho, cada aspiração, cada momento.
Hoje sou escura e nocturna.
É consciente da terminalidade inevitável de todos os sonhos que me abandono a tudo o que sinto.
A eternidade utópica de um momento.
O segundo de felicidade que jamais se perpetua.
O cheiro dos dias que nascem para ser mágicos.
A nudez das noites que me pesa o que não vivi, o que não sonhei.
Uma vastidão de sentimentos à espera de um lugar de alma, que por agora apenas se realizam em desassossegos.
A hesitação de tudo o que nos move é a dormência involuntária de todos os sentidos.
Existo na solidão de um entendimento que é só meu, não por carência perceptiva dos demais mas talvez pela própria dúvida individual do que sou e ao que me projecto.
Revejo-me numa música, no cheiro de uma paisagem, num livro, num chão, na saudade do que já não é, do que já não sou.
Quero rasgar cada sonho, cada aspiração, cada momento.
Hoje sou escura e nocturna.
É consciente da terminalidade inevitável de todos os sonhos que me abandono a tudo o que sinto.
A eternidade utópica de um momento.
O segundo de felicidade que jamais se perpetua.
O cheiro dos dias que nascem para ser mágicos.
A nudez das noites que me pesa o que não vivi, o que não sonhei.
Uma vastidão de sentimentos à espera de um lugar de alma, que por agora apenas se realizam em desassossegos.
A hesitação de tudo o que nos move é a dormência involuntária de todos os sentidos.
brutal, adorei este post, oferece pormenorizadamente aquilo que tantas vezes sinto e que nunca tinha tentado verbalizar.
ResponderEliminarmuito bom
ELá...
ResponderEliminarResolvi seguir a dica do meu amigo francisco...
Gostei muito, e o francisco tem razão...conseguiste verbalizar o que às vezes se sente... aquela falta de paciência para nós próprios!
Parabéns!
Bj
PS: francisco, obrigado pela dica! aquele abraço